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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Vai Brasil...

E por falar em jogo,













Beijos, abraços e recomendações

Abandono...

Pessoas, me perdoem.
Não, não foi a correria já conhecida que me fez deixar o blog "às traças". Foram dificuldades técnicas: meu blog não abre no Internet Explorer! Não sei o que aconteceu, se brigaram, quais as mágoas que ficaram, etc, mas resolvi utilizar o Mozilla Firefox para conseguir acessar e postar aqui. E nem ligo para possíveis crises de ciumes do IE!
Ainda não me acostomei com o novo relacionamento (rsrs), mas vamos lá...
Vou aproveitar essa pequena folguinha por causa do jogo e atualizar as novidades, ok?














Beijos, abraços e recomendações

domingo, 16 de maio de 2010

Médicos versus planos de saúde

O post é longo, mas merece sua atenção e reflexão...
Beijos, abraçõs e recomendações


Médicos que vivem da clínica particular são aves raríssimas. Mais de 97% prestam serviços aos planos de saúde e recebem de R$ 8 a R$ 32,00 por consulta. Em média, R$ 20.
Os responsáveis pelos planos de saúde alegam que os avanços tecnológicos encarecem a assistência médica de tal forma que fica impossível aumentar a remuneração sem repassar os custos para os usuários já sobrecarregados. Os sindicatos e os conselhos de medicina desconfiam seriamente de tal justificativa, uma vez que as empresas não lhes permitem acesso às planilhas de custos.
Tempos atrás, a Fipe realizou um levantamento do custo de um consultório-padrã o, alugado por R$ 750 num prédio cujo condomínio custasse apenas R$ 150 e que pagasse os seguintes salários: R$ 650 à atendente, R$ 600 a uma auxiliar de enfermagem, R$ 275 à faxineira e R$ 224 ao contador.
Somados os encargos sociais (correspondentes a 65% dos salários), os benefícios, as contas de luz, água, gás e telefone, impostos e taxas da prefeitura, gastos com a conservação do imóvel, material de consumo, custos operacionais e aqueles necessários para a realização da atividade profissional, esse consultório-padrã o exigiria R$ 5.179,62 por mês para sua manutenção.
Voltemos às consultas, razão de existirem os consultórios médicos.
Em princípio, cada consulta pode gerar de zero a um ou mais retornos para trazer os resultados dos exames pedidos. Os técnicos calculam que 50% a 60% das consultas médicas geram retornos pelos quais os convênios e planos de saúde não desembolsam um centavo sequer.
Façamos a conta: a R$ 20 em média por consulta, para cobrir os R$ 5.179,62 é preciso atender 258 pessoas por mês. Como cerca de metade delas retorna com os resultados, serão necessários: 258 + 129 = 387 atendimentos mensais unicamente para cobrir as despesas obrigatórias.
Como o número médio de dias úteis é de 21,5 por mês, entre consultas e retornos deverão ser atendidas 18 pessoas por dia!
Se ele pretender ganhar R$ 5.000 por mês (dos quais serão descontados R$ 1.402 de impostos) para compensar os seis anos de curso universitário em tempo integral pago pela maioria que não tem acesso às universidades públicas, os quatro anos de residência e a necessidade de atualização permanente, precisará atender 36 clientes todos os dias, de segunda a sexta-feira. Ou seja, a média de 4,5 pacientes consultados por hora, num dia de oito horas ininterruptas.
Por isso, os usuários dos planos de saúde se queixam: "Os médicos não examinam mais a gente"; "O médico nem olhou a minha cara, ficou de cabeça baixa preenchendo o pedido de exames enquanto eu falava"; "Minha consulta durou cinco minutos".
É possível exercer a profissão com competência nessa velocidade?
Com a experiência de quem atende doentes há quase 40 anos, posso garantir-lhes que não é. O bom exercício da medicina exige, além do exame físico cuidadoso, observação acurada, atenção à história da moléstia, à descrição dos sintomas, aos fatores de melhora e piora, uma análise, ainda que sumária, das condições de vida e da personalidade do paciente. Levando em conta, ainda, que os seres humanos costumam ser pouco objetivos ao relatar seus males, cabe ao profissional orientá-los a fazê-lo com mais precisão para não omitir detalhes fundamentais. A probabilidade de cometer erros graves aumenta
perigosamente quando avaliamos quadros clínicos complexos entre 10 e 15 minutos.
O que os empresários dos planos de saúde parecem não enxergar é que, embora consigam mão-de-obra barata - graças à proliferação de faculdades de medicina que privilegiou números em detrimento da qualidade -, acabam perdendo dinheiro ao pagar honorários tão insignificantes: médicos que não dispõem de tempo a "perder" com as queixas e o exame físico dos pacientes, pedem exames desnecessários.
Tossiu? Raios X de tórax. O resultado veio normal? Tomografia computadorizada. É mais rápido do que considerar as características do quadro, dar explicações detalhadas e observar a evolução. E tem boa chance de deixar o doente com a impressão de que está sendo cuidado.
A economia no preço da consulta resulta em contas astronômicas pagas aos hospitais, onde vão parar os pacientes por falta de diagnóstico precoce, aos laboratórios e serviços de radiologia, cujas redes se expandem a olhos vistos pelas cidades brasileiras. Por essa razão, os concursos para residência de especialidades que realizam procedimentos e exames subsidiários estão cada vez mais concorridos, enquanto os de clínica e cirurgia são desprestigiados.
Aos médicos, que atendem a troco de tão pouco, só resta a alternativa de explicar à população que é tarefa impossível trabalhar nessas condições e pedir descredenciamento em massa dos planos que oferecem remuneração vil. É mais respeitoso com a medicina procurar outros meios de ganhar a vida do que universalizar o cinismo injustificável do "eles fingem que pagam, a gente finge que atende".
O usuário, ao contratar um plano de saúde, deve sempre perguntar quanto receberão por consulta os profissionais cujos nomes constam da lista de conveniados. Longe de mim desmerecer qualquer tipo de trabalho, mas eu teria medo de ser atendido por um médico que vai receber bem menos do que um encanador cobra para desentupir o banheiro da minha casa. Sinceramente.
Dráuzio Varella

Confusão mental em idosos

Como sempre digo, não garanto a fonte, mas verifico a informação, filtro e repasso.
Essa é pra lembrar sempre. Porque, com certeza, precisaremos dela um dia.
Beijos, abraços e recomendações

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
-Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam: "Tumor na cabeça".
Eu digo: "Não". Outros apostam: "Mal de Alzheimer".
Respondo, novamente: "Não".
A cada negativa a turma espanta-se.
E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- quando a família passa um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira" ), angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto: não é brincadeira! !!

Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica..
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.
Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas!
O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam.
O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.
Lembrem-se disso!
Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos.
Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".
Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

REGRAS PARA A COPA DO MUNDO

Recebi este texto por e-mail esses dias e achei que seria, no mínimo, divertido compartilhar com vocês... Beijos, abraços e recomendações

Queridas esposas, noivas, namoradas. E também parceiras, amantes, concubinas, filhas, sobrinhas, primas, tias, madrinhas, amigas, colegas ou qualquer criatura do sexo feminino:
Divulgamos aqui com 3 semanas de antecedência as 13 regras para a Copa de 2010 para que vocês leiam com calma, entendam e não encham nossos sacos.
1. Durante a Copa, a televisão é minha. 100% minha, o tempo todo. Sem exceção nem discussão. Estarei cagando e andando se for o último capítulo da novela das 8, onde Helena, a mocinha, comete suicídio introduzindo um ferro em brasa na boca. Se você dirigir o olhar ao controle remoto, uma vez sequer, você perderá... Perderá os olhos!
2. De 9 de junho a 9 de julho de 2010, você deverá ler a seção de esportes do jornal de modo a se manter a par do que se passa com respeito à Copa do Mundo, o que lhe permitirá participar das conversas. Caso não proceda desta maneira, você será olhada com maus olhos, ou mesmo ignorada por completo. Neste caso, não reclame por não receber nenhuma atenção.
3. Se você precisar passar em frente à TV durante um jogo, eu não me importarei, contanto que o faça rastejando e sem me distrair. Se você decidir se exibir nua diante de mim à frente da TV, esteja certa de vestir-se imediatamente em seguida pois, se pegar um resfriado, não terei tempo de levá-la ao médico nem de lhe dar assistência durante o mês da Copa.
4. Durante os jogos eu estarei cego, surdo e mudo, exceto nos casos em que eu solicite que me encha o copo de cerveja, ou peça a você a gentileza de me trazer algo para comer. Você estará fora de si se achar que irei ouví-la, abrir a porta, atender o telefone ou pegar nosso bebê que possa ter caído no chão... não vai acontecer.
5. É uma boa idéia manter pelo menos 2 caixas de cerveja na geladeira o tempo todo, bem como razoável variedade de tira-gostos e belisquetes. E por favor não faça cara feia para meus amigos quando eles vierem assistir jogo aqui em casa comigo. Como recompensa, você estará autorizada a transar comigo e assistir TV entre meia-noite e seis da manhã, a menos, é claro, que neste período haja a reprise de algum jogo que eu tenha perdido durante o dia.
6. Por favor, por favor, por favor! Se me vir contrariado por algum time de meu interesse estar perdendo, NÃO DIGA coisas como "Ah, deixa isso pra lá, é só um jogo..." ou "Não se preocupe, eles vão ganhar da próxima vez..." Se disser coisas desse tipo, só me deixará com mais raiva e vou amá-la menos. Lembre-se, você jamais saberá mais sobre futebol do que eu e suas supostas "palavras de encorajamento" apenas nos levarão à separação ou ao divórcio.
7. Você será bem-vinda a sentar-se comigo para assistir um jogo e poderá me dirigir a palavra no intervalo entre o primeiro e o segundo tempos, mas apenas durante os comerciais e (importante) APENAS se o placar do primeiro tempo tiver sido do meu agrado. Favor notar também que especifiquei UM jogo, ou seja, não use a Copa do Mundo como pretexto mimoso para aquela coisa de "passarmos tempo juntos".
8. Os repetecos dos gols são muito importantes. Não importa se já vi o gol ou não, eu quero ver novamente. Muitas vezes.
9. Não incomode a mim ou meus amigos perguntando sobre as regras do futebol. Olhe o jogo e finja que está entendendo. Pule e grite quando eu pular e gritar. Nunca, jamais pergunte como funciona a regra do IMPEDIMENTO.
10. Avise suas amigas para no mês da Copa não darem à luz nenhum neném, ou mesmo promover qualquer festa de criança ou eventos de qualquer natureza que exijam minha presença, porque: a) Eu não vou; b) Eu não vou, e c) Eu já disse que não vou.
11. No entanto, se um amigo meu nos convidar para ir à casa dele num domingo para assistir um jogo, iremos de imediato.
12. As resenhas e debates esportivos da Copa toda noite na TV são tão importantes quanto os jogos propriamente ditos. Que nem lhe passe pela cabeça dizer coisas como "Mas você já viu isso tudo... porque não muda para um canal que todos possamos assistir?" Se disser algo assim, saiba desde já que a resposta será: "Veja a regra nº 1 dessa lista".
13. E, finalizando, por favor poupe-me de expressões como "Graças a Deus que só tem Copa do Mundo de quatro em quatro anos". Estou imune a manifestações ridículas dessa natureza, pois após a Copa vêm a Liga dos Campeões, a Sub20, o campeonato italiano, o espanhol, o alemão, o brasileirão, o gauchão, o cariocão, o paulistão, o mineirão, etc.

Ah sim, quase ia me esquecendo da resposta: "Amor, traz mais um suquinho!"

domingo, 9 de maio de 2010

Feliz Dia das Mães!!!!

A todas as mamães: as que já são, as que vão ser em breve, as que vão ser um dia, as que foram e não estão mais entre nós, as avós que são mães, aos papais que são mães também, as madastras que amam simplesmente por escolherem amar, enfim... Feliz dia das mães!!!
Abaixo, fotos que inspiram o significado que esse carinho de mãe tem em nossas vidas.

E, de presente...

Beijos, abraços e recomendações

domingo, 25 de abril de 2010

Universidade dá atendimento a pais e dependentes de drogas em SP

Tem assuntos que são a "saia justa" de qualquer conversa. Mas são importantes e devem ser abordados e divulgados. Se não eliminarmos os medos e preconceitos, as coisas não vão mudar.
Beijos, abraços e recomendações


Reuniões ajudam na orientação de como agir para ajudar jovens.
Programa da Unifesp é gratuito.
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) oferece atendimento para pais e dependentes de drogas. As reuniões ajudam na orientação de como agir para ajudar jovens em processo de recuperação.
Uma vez por semana, os terapeutas conversam com os pais e com os jovens em reuniões separadas. As famílias passaram a ser acompanhadas depois que os terapeutas notaram que dentro de casa o ambiente não ajudava.
Brigas, conflitos, desentendimentos, pais que tentavam controlar ou que não faziam cobranças, prejudicavam o trabalho de recuperação. Para alguns jovens era preciso dar liberdade e para outros, impor limites.
Segundo os terapeutas, quando os pais descobrem que os filhos são dependentes químicos, cometem alguns erros, como: ligar demais para eles, sem deixar claro o que de fato é a obrigação; acreditar tanto que não desconfiam das histórias contadas; e continuar dando dinheiro sem cobrar explicações.
Há casos em que os parentes chegam a dar presentes aos filhos, com a esperança de que eles abandonem o uso das drogas. Os especialistas dizem que, antes de tomar qualquer decisão, o ideal é procurar ajuda.

IR - IMPOSTO DE RENDA 2010

Em tempos de entrega (com prazo quase acabando) do imposto de renda, achei interessante abordar o assunto. Nada muito científico, ok? Apenas transmitindo umas dicas que recebi por e-mail e confirmei com o contador...
Beijos, abraços e recomendações


"Confira despesas médicas que podem ser deduzidas do IR"
Da equipe do DiárioNet
08/03/2010

As despesas médicas seguraram 120 mil declarações na malha fina em 2009 e estão entre as principais dúvidas dos contribuintes, nas perguntas que chegam ao DiárioNet.  A questão mais recorrente é sobre medicamentos, especialmente aqueles de uso contínuo. De acordo com a Receita Federal, medicamentos comprados em farmácias e drogarias não são dedutíveis do imposto de renda, mesmo que acompanhados de receita médica e de nota fiscal do estabelecimento.
Confira aqui o que pode e o que não pode ser deduzido do imposto de renda. É importante lembrar que despesas médicas e hospitalares dedutíveis restringem-se aos pagamentos efetuados pelo contribuinte para o seu próprio tratamento ou de seus dependentes relacionados na declaração de ajuste anual, incluindo-se os alimentandos, em razão de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente, ou por escritura pública.
São despesas médicas ou de hospitalização os pagamentos efetuados a médicos de qualquer especialidade, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, e as despesas provenientes de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.
As despesas de instrução de deficiente físico ou mental, desde que a deficiência seja atestada em laudo médico e o pagamento efetuado a entidades destinadas a esse fim, também pode ser deduzidas.
Os valores devem ser informados na relação de pagamentos e doações efetuados e comprovados, quando requisitados, com documentos originais que indiquem o nome, endereço e número de inscrição no CPF ou CNPJ de quem recebeu. Cheque nominativo também serve como prova. As despesas médicas ou de hospitalização realizadas no exterior também são dedutíveis, desde que comprovadas com documentação idônea. Não são dedutíveis as despesas referentes a acompanhante.
Gasto com internação em estabelecimento geriátrico é dedutível somente se o estabelecimento se enquadrar nas normas hospitalares e tiver a licença de funcionamento aprovada. Não são admitidas deduções de despesas médicas ou de hospitalização que estejam cobertas por apólices de seguro ou quando ressarcidas.
Cirurgia plástica - São dedutíveis as despesas médicas comprovadas independentemente da especialidade, inclusive as relativas a cirurgia plástica, reparadora ou não, com a finalidade de prevenir, manter ou recuperar a saúde, física ou mental, do paciente. As despesas com prótese de silicone não são dedutíveis, exceto quando o valor dela integrar a conta emitida pelo estabelecimento hospitalar relativamente a
uma despesa médica dedutível.
Exame de DNA para investigação de paternidade não é considerado despesa médica para fins tributários.
Internação hospitalar em residência só pode ser deduzida se a despesa integrar fatura emitida por estabelecimento hospitalar.
Prótese - No caso de despesas com aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias, exige-se a comprovação com receituário médico ou odontológico e nota fiscal em nome do beneficiário.
Consideram-se aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas pernas e braços mecânicos, cadeiras de rodas, andadores ortopédicos, palmilhas e calçados ortopédicos, e qualquer outro aparelho ortopédico destinado à correção de desvio de coluna ou defeitos dos membros ou das articulações.
Marcapasso também é dedutível, desde que o seu valor esteja incluído na conta hospitalar ou médica.
Dentistas – Além das despesas normais de dentista, podem ser deduzidos gastos com parafusos e placas nas odontológicas que integrem a nota ou recibo emitido pelo profissional. Aparelhos que substituem dentes, tais como dentaduras, coroas, pontes, também podem ser abatidos do IR, bem como a colocação de aparelho ortodôntico.
Colocação de lente intra-ocular em cirurgia de catarata também é despesa médica. O valor referente à lente deve integrar a conta emitida pelo profissional ou hospital.
Gasto com assistente social, massagista e enfermeiro deve estar ligado a internação do contribuinte ou de seus dependentes e integrar a fatura emitida pelo estabelecimento hospitalar.
Reembolso - Empregados que tenham despesas médicas pagas pelos empregadores e desconto parcelado no salário podem deduzir os valores descontados, desde que devidamente discriminados no documento da fonte pagadora.
Em caso de reembolso parcial, o valor a ser lançado como despesa médica é a diferença entre o valor gasto e o reembolsado. Na relação de pagamentos e doações efetuados da declaração deve sempre ser informado o valor total da despesa paga.
Parto - As despesas médico-hospitalares próprias de um dos cônjuges ou companheiro não podem ser deduzidas pelo outro quando este apresenta declaração em separado. Contudo, como se trata de despesas necessárias ao parto de filho comum, as importâncias despendidas podem ser deduzidas por qualquer dos dois.
O contribuinte titular de plano de saúde não pode deduzir os valores referentes ao cônjuge e aos filhos quando estes declaram em separado, pois somente são dedutíveis na declaração os valores pagos a planos de saúde de pessoas físicas consideradas dependentes perante a legislação tributária e incluídas na declaração do responsável em que forem consideradas dependentes.
A pessoa física que constou como dependente em plano de saúde de outra poderá deduzir as despesas com este plano somente se ficar comprovado o seu ônus financeiro, mediante documentação hábil e idônea (por exemplo: contrato de prestações de serviços do plano de saúde ou declaração do plano, além da comprovação da transferência de recursos ao titular do plano).